O cientista Wilhelm Reich, o orgone e a guerra aos ovnis.

Wilhelm Reich nasceu em março de 1897 em Dobryzcynica (atual Ucrânia), na altura parte do Império Austro-Húngaro. Era filho de pais judeus, o pai um próspero agricultor. Faleceu nos Estados Unidos da América em 1957.

Foi famoso psicanalista e terapeuta e desempenhou um papel importante na mentalização das massas na área da sexologia enquadrada na luta de classes a princípio situada na ideologia marxista e posteriormente (a meu ver) na ideologia anarquista. Vários livros foram obras de vulto que marcaram as gerações jovens em alturas de viragens revolucionárias no século XX, mesmo em Portugal, durante o período anterior e seguinte à revolução de Abril. Uma das suas obras mais conhecidas “A revolução sexual” foi publicada em 1930 quando em Berlim Reich era orador principal do Partido Comunista Alemão.

Nesta obra advogava o uso livre de meios anticoncepcionais e o aborto. Colaborou na construção de clínicas nas zonas do operariado e ensinou educação sexual. Esta trajetória não agradou aos dirigentes comunistas sendo expulso do partido em 1933. Neste mesmo ano foi publicada a obra “A psicologia das massas no fascismo” onde Reich definiu fascismo como sinônimo de repressão sexual.

O livro foi proibido pelos nazis na sua ascensão ao poder. Em 1934 Wilhelm Reich foi expulso da Associação de Psicologia Internacional por razões de militância política. Na altura os jornais lançaram campanhas insidiosas contra o clínico classificando-o de feminista, comunista, judeu e, pior, defensor do amor livre. Disfarçado de turista (praticante de ski) fugiu para a Áustria. Partiu para os EUA em 1939 após algum tempo passado nos países nórdicos onde desenvolveu trabalho importante.

De 1934 a 1937 Reich realizou experiências importantes em Oslo cujo objectivo era o de procurar a origem da vida. Em algumas experiências utilizou misturas complexas de culturas de seres unicelulares, relva, areia da praia, ferro e tecido animal levadas até à ebulição, adicionando depois potássio e gelatina. Aquecendo até à incandescência observou a existência de formações biológicas microscópicas (vesículas) que emitiam radiação luminosa azul.

À energia radiada Reich chamou “orgone” e às vesículas formadas chamou “bions” que constituiriam uma forma de vida, muito simples. Uma vez arrefecida a mistura e colocada num meio de crescimento apareciam outros seres microscópicos, as bactérias as quais não podiam ter sido originadas nos materiais de partida nas experiências.

Estas descobertas foram expostas e discutidas na sua obra “The bion experiments on the origin of life” publicada em Oslo em 1938. Já em 1936 na obra “Beyond psychology”, Reich defendia a existência de dois tipos antagónicos de organismos unicelulares: uns destruidores da vida que se formavam a partir da desintegração das proteínas eram os “bacilos T” e outros que se formavam a partir de material inorgânico e promoviam a própria vida. Os “bacilos T” eram promotores do cancro.

Reich concluiu que a diminuição do orgone nas células, através da idade, ou de agressões externas levava à degradação e morte destas. No processo de degradação desencadeia-se a formação de “bacilos T” e, quando o nível destes organismos é excessivo, sobrevém a morte por cancro.

Já nos EUA, em Rangeley no estado do Maine, Wilhelm Reich criou e dirigiu um laboratório de pesquisa biológica e psicanalítica. Nessas instalações construiu caixas acumuladoras de orgon cuja função era concentrar a energia orgónica extraída da atmosfera.

O orgone no seu sentido mais geral, seria uma energia cósmica primordial, onipresente, que emanava a radiação azul e que funcionava como princípio orientador da natureza. Entre outras propriedades determinava o tempo, a cor do céu, a gravidade, a formação das galáxias, as emoções humanas e a sexualidade.

Tecnicamente os acumuladores de orgon eram constituídos por camadas alternadas de metal (ligas a base de ferro) e material isolador, de constante dielétrica muito elevada – à semelhança dos condensadores eléctricos. Reich acreditava que era possível o tratamento do cancro e de outras doenças degenerativas em pessoas colocadas no interior dos acumuladores. Em certos meios da imprensa e na opinião pública os acumuladores eram considerados “caixas de sexo” que causariam ereções penianas incontroláveis.

Nas suas experiências nos acumuladores, Reich terá demonstrado que a energia orgônica era determinada e influenciada por uma “entropia negativa” a qual era correspondente a uma força que concentrava e organizava a matéria. Também nos seus laboratórios, Reich projetou e construiu um canhão (o cloudbuster) com o qual podia controlar as correntes de orgone na atmosfera de modo a induzir a chuva.

Este tipo de aparelho vai aparecer ligado aos ovnis como se verá. Nas experiências com o orgone, Reich envolveu A. Einstein. Em 1940 Reich escreveu a Einstein para uma discussão científica das suas descobertas sobre o orgone.

Em 13 de Janeiro de 1941 visitou Einstein ao tempo residente em Princeton. Aí concordaram testar um acumulador de orgon inserido numa gaiola (eléctrica de Faraday). Reich pretendia mostrar que a temperatura no acumulador subiria sem utilização de uma fonte de calor.

Nas condições em que a experiência se realizava, Einstein achou que se a temperatura subisse seria a descoberta do século pois o aquecimento conseguido permitia a construção de uma máquina de movimento perpétuo – uma impossibilidade de acordo com os princípios conhecidos da Termodinâmica.

Na experiência com o acumulador verificou-se aumento da temperatura, um facto para o qual Einstein não encontrou explicação. Reich concluiu que o calor desenvolvido era o resultado de uma nova forma de energia, a energia do orgone.

No entanto um colega de Einstein, Leopold Infeld interpretou o fenômeno como o resultado da formação de correntes de convecção na câmara, explicação que não chegou a ser testada experimentalmente mas que foi aceite por Einstein.

Seguiram-se anos de discussão entre Reich e Einstein mas este último nunca aceitou as explicações do primeiro. Foram realizadas experiências semelhantes, algumas com sucesso e onde se utilizavam sistemas de controlo de modo a colocar de parte a possibilidade das correntes de convecção nas câmaras de orgone.

Foi a produção e utilização do orgone que levou a que Reich vivesse uma época muito conturbada que lhe arruinou a vida. O psicanalista viu-se envolvido num processo de difamação e ataque materializado em artigos publicados em jornais de 1947.

Estes ataques chamaram a atenção da Food & Drug Administration (FDA) que se veio a mostrar muito adversa às atividades de utilização do orgone como coisa “real” capaz de ser extraída da biosfera e eficaz no tratamento das doenças degenerativas utilizando as câmaras. Foi também acusado de atividades subversivas e foi investigado pelo FBI.

Mesmo após ser levantada a suspeição dessas atividades, a FDA nunca mais o deixou em paz, proibindo a utilização do equipamento de Reich na sua utilização terapêutica. Reich foi preso em Maio de 1956 por violação “técnica” do mandato de proibição.

Em Junho de 1956 agentes da FDA dirigiram-se à propriedade de Rangeley, Maine e destruíram acumuladores de orgon e queimaram uma grande parte dos livros. Nos anos seguintes as “autoridades” reincidiram, queimando o que restava (diz-se que foram seis toneladas de livros, jornais e artigos).

Em 3 de Novembro de 1957, Wilhelm Reich veio a falecer enquanto dormia, vítima de ataque cardíaco na penitenciária de Lewisburg no estado da Pensilvânia.

Mas como ficou Reich ligado à ovniologia?

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A carreira do psicanalista austríaco, discípulo de Freud, Wilhelm Reich foi marcada por tantas controvérsias que um dos seus trabalhos mais curiosos, a batalha contra OVNIs invasores, passou praticamente despercebido.

Rezam as crônicas (documentos pessoais do clínico) que em 28 de janeiro de 1954 no estado do Maine, Reich observou duas luzes amarelo alaranjadas em movimento sobre uma montanha em direção a um lago. Não teria sido esta a sua única observação.

Mesmo sobre as suas instalações laboratoriais terão ocorrido manifestações ovni fatos que foram comunicados à Força Aérea Americana (USAF). Nos anos de 1950 especulava-se sobre a origem extraterrestre dos ovnis e isso, em parte levou Reich a acreditar em contatos com seres do espaço exterior.

Também o excelente e célebre livro de Donald Keyhoe de título “Flying saucers from outer space” publicado em 1953 terá influenciado muito o psicanalista. A vida de Wilhelm Reich mudou deste então, passando este a orientar grande parte do seu trabalho na invenção de instrumentos funcionando à base de orgone e capazes de destruir os objetos intrusos (ovnis). Propôs à USAF que se encontrava confundida com a presença de estranhos objetos alienígenas, a utilização das suas descobertas.

A proposta foi recusada em grande parte devido à proibição por parte da FDA da distribuição de equipamento à base de orgone para finalidade clínica. Podem encontrar-se pormenores deste assunto na obra “Contato com o espaço”. É de referir que em 1951 a USAF recebeu um relatório pormenorizado de Reich o qual continha um conjunto de equações “orgonométricas” aparentemente incompreensíveis para os militares pelo que não terá havido resposta das esferas militares ao clínico.

O assunto da ameaça extraterrestre, empolgada nesta altura por militares e políticos de envergadura foi tomada a sério por Reich de modo que este fazia o “varrimento” do céu noturno com o canhão de orgone (o cloudbuster). Ao que parece estes instrumentos eram eficazes na luta anti-ovni já que, pelo que consta, o clínico e seus colaboradores em determinada altura viram luzes apagar-se no céu, diluídas pelos tubos dos canhões.

A experiência teria sido repetida várias vezes com o mesmo resultado. Ora o alcance dos cloudbusters era de alguns quilômetros e pensou-se então que tinha havido eficácia na destruição dos invasores.

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O convencimento de Reich foi tal que veio a testar no deserto do Arizona aparelhos deste tipo. Reich sustentava mesmo que o orgone era usado na propulsão dos ovnis.

Para terminar esta nota biográfica de Wilhelm Reich cabe referir que a sua influência em psicoterapia foi grande de modo que os seus trabalhos pioneiros em bioenergética tiveram e têm continuidade por parte de vários discípulos: Alexander Lowen fundou a Análise Bioenergética, Charles Kelley a Terapia Radix e James DeMeo dirige o Orgone Biophysical Research Laboratory.

Recentemente um cientista (Don Croft) inventou um canhão (cloudbuster) simples e eficaz. Converte o “orgone morto” existente na atmosfera em “orgone positivo” que permite dispersar rastos de químicos (chemtrails). Falta dizer que Wilhelm Reich influenciou com o seu orgone e cloudbusters cantores pop (como por exemplo Patti Smith, Kate Bush que compôs “Cloudbusting” e Frank Zappa entre outros).

O seu próprio filho Peter Reich conta a história paterna em “A book of dreams”. O filósofo e escritor de ficção científica Robert Anton Wilson é autor da peça “Reich in the hell” que é baseada na sua vida. A realização cinematográfica não ficou indiferente à vida sinuosa de Reich.

Em 1971 o realizador Iugoslavo Dusan Makavejev realizou um filme sobre os ensinamentos de Reich com o título “W. R.: Mysteries of the organism”.

Bibliografia
[1] Fernandes, J. Orgone de Wilhelm Reich na guerra contra os Aliens, Jornal de Notícias, 23 Dez. 1999.
[2] Reich, W. O combate sexual da juventude, Textos marginais, Porto, 1975.
[3] Reich, W. A revolução sexual, Edts. Zahar, Rio de Janeiro, 1975.
[4] Reich, W. A Função do Orgasmo. Pub. Dom Quixote, Lisboa, 1979.
[5] Reich, W. Escuta, Zé Ninguém!, Pub. Dom Quixote, Lisboa, 1974.
[6] Reich,W. Psicologia de massas no fascismo. Pub. Escorpião, Porto, 1974.
[7] Reich,W. The bion experiments on the Origin of Life, Farrar, Straus & Giroux, 1979.
[8] Reich,W. Beyond Psychology: Letters and Journals, 1934-1939, Edited by Mary Boyd Higgins. Farrar, Straus and Giroux, New York, 1994.
Na internet podem encontrar-se muitos sites dedicados a Wilhem Reich por exemplo em
www.orgonelab.org fundado pelo investigador James deMeo (Ph. D).
Autor: A. G. M. Ferreira – Professor da Universidade de Coimbra.

Os 9 véus colocados em cada alma humana.

Quase uma década atrás, antes da morte prematura de um querido amigo e colega meu chamado Don Harkins autor de uma peça maravilhosamente instigante intitulada “A escravidão e os Oito Véus” discutimos essa “teoria dos oito véus” por literalmente horas e no final, Don me pediu para escrever um artigo sobre isso para o seu jornal, ele fez isso, porque no “O Observador de Idaho” eu tinha compartilhado muito de minha pesquisa com Don, e juntos chegamos à conclusão de que na realidade, havia realmente NOVE véus colocados sobre a alma humana (ou seja, a inteligência), e que a progressão espiritual e, portanto, um pleno conhecimento da VERDADE exigiria a perfuração destes nove Véus.
Eu brinquei com Don que para este tema seria necessário uma edição inteira de “O Observador de Idaho”, e mesmo assim estaria apenas arranhando a superfície. Esse foi um dos talentos editoriais do Don, pegando uma história complexa e comprimindo-a para um formato mais legível. Em memória à Don Harkins, aqui está o texto que discutimos, em um formato o mais comprimido possível.

Porque Nove Véus em Vez de Oito.

Qualquer candidato dedicado a verdade em algum momento se depara com a simetria incrível e a estrutura da matemática, o que é especialmente verdadeiro na geometria fractal envolvendo os números inteiros de 1 a 9. Para um exemplo mais básico, basta dar uma olhada nestas nove equações:

(1 x 8) + 1 = 9

(12 x 8) + 2 = 98

(123 x 8) 3 + = 987

(1234 x 8) + 4 = 9876

(12345 x 8) + 5 = 98765

(123456 x 8) + 6 = 987654

(1234567 x 8) + 7 = 9876543

(12345678 x 8) + 8 = 98765432

(123456789 x 8) + 9 = 987654321

Incrível, não é ? Acho que é muito interessante, além disso, todos os grandes filósofos da história, como Arquimedes, Copérnico, Sócrates e Leonardo Da Vinci eram matemáticos em primeiro lugar. Sugerindo que tudo, desde a profecia bíblica das fitas de DNA são construídos com base em padrões e fórmulas matemáticas bastante simples, mas eu estou me adiantando a história, a compreensão do papel da matemática é em si mesmo um dos nove véus ocultos.

Considere também as chamadas “escolas de mistério” da antiguidade. Nos templos sombrios na Suméria e Babilônia, a Kabbalah mostrou o caminho para o “Santo dos Santos” final, as re-véu-la-ções (revelação, ou seja, a separação dos véus) da vida, da criação, de Deus, e quando abraçado na honra e na verdade das próprias origens do ser humano. Isto envolve a perfuração de forma sistemática e abraçar os 9 níveis de compreensão ou “Platôs da Verdade” antes de finalmente entrar no “Nirvana” (ou a última unidade com Deus).

Como um tabuleiro gigante do quebra cabeça Sudoku, a experiência humana que chamamos de vida verdadeiramente gira em torno dos números 1 a 9 de maneiras notáveis. Tudo tem um lugar no sistema, tudo se encaixa perfeitamente e precisamente na grade eterna do tempo e do espaço. Isto então é apenas uma definição da verdade, conhecimento arcano escondido que se encaixa completamente na grade da matemática chamada lógica. Yeshua (Jesus de Nazaré) declarou aos seus discípulos: “Conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará”.

Por Que as Pessoas Não Conseguem Enxergar a Verdade?

Esta questão é melhor respondida pelas palavras sábias de Don Harkins escritas em 2001:

Ao longo dos últimos anos, tenho evoluído e descartado diversas teorias na tentativa de explicar porque a maioria das pessoas não consegue ver a verdade, mesmo quando elas estão cheirando-a em frente do seu rosto. Aqueles de nós que conseguem ver a “conspiração“, participaram de inúmeras conversas ou pesquisas que abordam a frustração da incapacidade da maioria dos povos compreenderem os argumentos extremamente bem documentados usados para descrever o processo da nossa escravidão e à exploração coletiva.
A explicação mais comum a ser alcançada é que a maioria das pessoas apenas “Não querem ver” o que realmente está acontecendo. Homens e mulheres extremamente maus que compõem a chamada “elite no poder” têm habilmente cultivado um pasto virtual com uma grama verde onde poucas pessoas raramente, ou nunca, se deram ao trabalho de olhar para cima de onde eles estão pastando por um tempo suficiente para perceberem as etiquetas coloridas grampeadas nas suas orelhas. As mesmas pessoas que não conseguem ver sua escravidão ao pastarem o capim têm uma tendência de considerar como insanos os “teóricos da conspiração” aqueles de nós que conseguem ver o pasto da fazenda e a sala de estar no castelo feudal dos senhores das “ovelhas”.

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Finalmente, Eu Entendo o Porquê.

Não é que eles não percebem que a sua liberdade está desaparecendo sob a liderança da elite no poder, eles “não conseguem ver”, eles simplesmente não podem ver o que está acontecendo com eles por causa dos véus não perfurados que bloqueiam a sua visão.

Todos os empreendimentos humanos são um processo de filtragem. O esporte é um dos melhores exemplos. Nós praticamos esportes específicos, desde o início no parque infantil. Os atletas profissionais que pagamos muito dinheiro para assistir apenas nunca foram expulsos do parque infantil. Onde milhões de “crianças” brincam um pouco nos campeonatos a cada temporada, elas são filtradas até que restem poucas que vão para a série mundial.

Atrás do primeiro véu existem mais de 7 bilhões de pessoas no planeta. A maioria delas vive e morre sem ter contemplado a sério qualquer coisa que não seja o que for preciso para manter sua vida comum. Noventa por cento de toda a humanidade vai viver e morrer sem ter perfurado o primeiro véu“.

Na verdade, pode-se dizer que menos de 1% da população mundial de 7 bilhões de seres humanos perfurou todos os nove véus, e parece que mesmo esta pequena minoria é cada vez menor. A fim de manter o “pasto virtual” verde, a elite global também suborna com sucesso muitos que perfuraram vários véus, a fim de desviar os outros que podem estar se aproximando da verdade em muitas áreas. Eu chamo isso simplesmente de prostituição intelectual, vender o direito de primogenitura da Verdade Universal por um prato de caldo inútil. O brilho dourado da riqueza, fama e elevação social têm seduzido muitos intelectuais talentosos.
Com todo o crédito dado a Don Harkins, aqui estão agora os recém-atualizados “Nove Véus”.

O primeiro véu.
Dez por cento vai perfurar o primeiro véu e encontrar o mundo da política. Vamos votar, nos tornar ativos e elaborar um parecer. Nossas opiniões serão moldadas pelo mundo físico que nos rodeia, vamos estar “condicionados” pelos nossos dias no ensino de educacional “emburrecedor” aceitando que os funcionários do governo, personalidades da mídia e outros “especialistas” são as vozes principais de autoridade. Noventa por cento das pessoas deste grupo vão viver e morrer sem ter perfurado o terceiro véu.

O segundo véu.
Dez por cento também vai perfurar o segundo véu para explorar o mundo da história, a relação entre o homem e o governo e o sentido do auto-governo através do direito comum e constitucional. Noventa por cento das pessoas deste grupo vão viver e morrer sem ter perfurado o terceiro véu.

O terceiro véu.
Dez por cento dos que perfuraram o segundo véu, acabarão por perfurar o terceiro véu para descobrir conclusivamente que os recursos do mundo, incluindo as pessoas, são controlados por famílias extremamente ricas e poderosas cujos bens foram roubados já no velho mundo, com modernas estratégias de extorsão, tornando-se o alicerce sobre o qual toda a economia mundial está endividada. Noventa por cento das pessoas deste grupo vão viver e morrer sem ter perfurado o quarto véu.

O quarto véu.
Dez por cento vão perfurar o quarto véu para descobrir os illuminati/cabala, a maçonaria e outras sociedades secretas. Essas sociedades usam símbolos e realizam cerimônias que perpetuam a transferência de conhecimentos arcanos entre as gerações que são usados para manter as pessoas comuns em cativeiro político, econômico e espiritual para as linhagens mais antigas da Terra. Noventa por cento das pessoas deste grupo vão viver e morrer sem ter perfurado o quinto véu.

O quinto véu.
Dez por cento vai progredir para perfurar o quinto véu e descobrir que as sociedades secretas são tão avançadas tecnologicamente que fazem viagens no tempo, utilizam comunicação interestelar sem fronteiras, controlam até mesmo os pensamentos e as ações das pessoas, o que seus membros fazem é a mesma coisa quando nós dizemos a nossos filhos para eles irem para a cama. Desde os tempos de Noé esta tecnologia ainda está criando formas de vida sintéticas, com o homem tentando imitar Deus. Noventa por cento das pessoas deste grupo vão viver e morrer sem ter perfurado o sexto véu.

O sexto véu.
Dez por cento vão progredir para perfurar o sexto véu onde aprendemos que os dragões, lagartos e alienígenas negativos que pensávamos serem monstros de ficção da literatura infantil de fato são reais, na realidade são as verdadeiras forças controladoras por trás das sociedades secretas descobertas no quarto véu. Noventa por cento das pessoas deste grupo vai viver e morrer sem perfurar o sétimo véu.

O sétimo véu.
Dez Por Cento vão progredir para perfurar o sétimo véu, onde o incrível mundo da geometria fractal e da lei universal dos números será plenamente compreendido e abraçado. A força criativa do Universo inteiro será mostrada que é ligada a fórmulas numéricas de código e sequências, todos os “mistérios”, incluindo o próprio tecido do espaço tempo, Universos paralelos e acesso a ele é desbloqueado. Aqueles cujos intelectos lhes permitem perfurar o sétimo véu muitas vezes sucumbem à sedução e promessa de uma enorme riqueza oferecida pela elite dominante, e, portanto, mais de noventa por cento das pessoas deste grupo vão viver e morrer sem perfurar o oitavo véu.

O oitavo véu.
Perfurar o oitavo véu revela Deus e a energia pura conhecida como AMOR, que é a força da vida em todos os seres vivos, que são UMA e a MESMA coisa. Humildade profundamente arraigada é necessária, a fim de romper para sempre este véu.

O nono véu.
Perfurar o nono véu é a maneira de aperfeiçoar a energia pura conhecida como AMOR e tornar-se assim verdadeiramente UM com Deus e as formulações dele/dela. Aperfeiçoar essa energia pura é abraçar totalmente a caridade e nela adquirir conhecimento integral do plano universal de sacrifício, morte e redenção, a própria vida torna-se então perfeita e surge um círculo verdadeiramente completo, olhando o mundo através dos olhos de uma criança inocente, mas com a mais profunda sabedoria que nasce do amor puro a partir do oitavo véu.

Considere o seguinte: Se essa teoria estiver correta, existem apenas cerca de 60.000 pessoas no planeta que perfuraram com sucesso o sexto véu. A ironia aqui é muito grande, aqueles que estão presos entre os véus de um a cinco têm pouca escolha, mas as pessoas que perfuraram os véus além deles são consideradas perigosamente insanas. Com cada véu perfurado, números exponencialmente reduzidos de pessoas cada vez mais esclarecidas são consideradas insanas por aumentar exponencialmente a massa de pessoas menos esclarecidas.

Somando-se a esta ironia, o mais difícil a partir do “sexto véu” é tentar explicar o que ele é capaz de ver para aqueles que não conseguem ver, por mais insano que ele pareça para os outros. Esta verdade é auto evidente. Além disso, instituições como a venerável “Southern Poverty Law Center” são formadas e financiadas pela elite dominante para rotular efetivamente muitos destes indivíduos despertos como “negociantes do ódio” e “terroristas”.

Nosso Inimigo, O Estado.

Atrás dos dois primeiros véus encontramos a grande maioria das pessoas no planeta. Elas são ferramentas do estado. Até o segundo véu são os eleitores ingênuos cuja ignorância justifica e aceita as ações dos políticos que enviam milhões de pessoas que estão nos primeiros véus para morrer em terras estrangeiras como bucha de canhão, sua existência na vida é simplesmente para acreditar que as maquinações de auto-serviço da elite no poder são questões de segurança nacional pela qual vale a pena morrer.

Terceiro, quarto, quinto e sexto véus aumentam cada vez mais a responsabilidade para o estado devido à sua capacidade reduzida de serem utilizados como ferramentas para consolidar o poder e a riqueza de muitos nas mãos de poucos da elite no poder. É comum também, estas pessoas sacrificarem mais de seus relacionamentos com amigos e familiares, suas carreiras profissionais e liberdade pessoal a cada véu que perfuram.

Albert Jay Nock (1870-1945), autor de “Nosso inimigo, o Estado” (1935), explicou o que acontece com aqueles que encontram e abraçam os dois véus finais: “O que foi que o estado fez quando encontrou Sócrates e Jesus quando eles apareceram ? Simplesmente envenenou um e crucificou o outro, sem razão, porque eles eram insuportavelmente embaraçosos para a elite dominante”.

Conclusões:
Como Don Harkins escreveu: “Agora sabemos que a maioria das pessoas é tão comprometida com suas vidas que “elas não querem ver” os mecanismos de sua escravidão e exploração. Elas simplesmente “não podem vê-los”, tão certo como eu não posso ver as notícias do outro lado de uma cortina fechada”.

O objetivo deste ensaio é triplo:

1. Ajudar as pessoas nos últimos véus a entenderem por que as massas têm pouca escolha e porque eles interpretam a sua clareza como insanidade.

2. Ajudar as pessoas por trás dos dois primeiros véus a entender que respiração e pensamento são apenas o começo da vida e:

3. Mostrar às pessoas que a maior aventura da nossa vida está por trás do próximo véu porque ele é um véu a menos entre nós e Deus também conhecido como ‘A vibração superior”.

Autor: ©A. True Ott, PhD
Fonte: https://in5d.com/the-9-veils-placed-on-every-human-soul/

Assista ao vídeo-clip VISIONÁRIOS DO CAMINHO

Bioastronomia e o Planeta Nibiru.

Luciano Aguiar de Matos Rocha, astrônomo amador e membro de um grupo de outros sete astrônomos amadores do Rio de Janeiro, que entre outras pesquisas, estudam e acompanham as movimentações do planeta Marduk/Nibiru.
Luciano Rocha é oficial aspirante do exército brasileiro, e fora de sua rotina no hospital do exército, ministra palestras sobre astrofísica em escolas e outras instituições.
Acadêmico de Biologia pela UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro /CEDERJ e Física pela UNITAU – Universidade de Taubaté de SP.

ENTREVISTA CEDIDA À LILÁS ALBA, JORNALISTA DE RIO CLARO, SP.

Lilás Alba: Nibirus é um sistema? Características (tamanho, velocidade, distância, etc).
Luciano Rocha: Nibirus é um sistema composto por luas ou planetas, inumeráveis cometas e asteroides atraídos por causa de sua gravidade. Segundo pesquisas astronômicas, além de Nibirus, temos planetas ou luas chamados Immaru’, Ano Dommni, Amel Sarru, Nana, Uri’’, Sarru’’, e mais um nome ainda desconhecido (nomes baseados nas placas Sumérias. Ainda se faz necessário a averiguação de dados para confirmar a existência de seu sistema de luas ou planetas, pois não é possível a visualização com nitidez para distinguir).
Características de Nibirus: Rotação de 8 horas em torno de seu próprio eixo. Cometa Elenin está 8 vezes na frente de Nibirus em distâncias. Conclui-se que está a 8 UA (unidades astronômicas) = 149.Milhões de km. Exemplificando, é a distância da Terra até o Sol. É considerado por astrônomos, uma protoestrela, sendo considerado um gigante gasoso vermelho, com massa treze vezes maior que Júpiter, e densidade desconhecida até o momento. Sua velocidade de deslocamento no espaço interestelar é de 8.140 km/s até a órbita do Planeta Saturno. (Protoestrela que me refiro, tem massa próximo a do Sol que levam em torno de 10 milhões de anos para evoluir de uma nuvem molecular para sequencia principal, de treze a quinze vezes a massa do nosso Sol (anã amarela), sabemos por cálculos perturbação gravitacional do sistema solar exterior que tem treze vezes a massa de Júpiter.

Lilás Alba: O que é Nêmesis? Características.
Luciano Rocha: Nêmesis, dentro da astronomia teórica, seria uma provável estrela companheira do Sol, fazendo do sistema Solar um sistema binário de estrelas. Apesar de ainda não ser observada diretamente, Nêmesis é uma estrela escura e pequena, talvez uma Anã vermelha com uma órbita dezenas, centenas ou até milhares de vezes mais distante que a de Plutão (estrela binária é um sistema com dois sóis). Acredita-se que sua órbita ao redor do Sol dure algo em torno de 26 milhões de anos e que em determinado momento a estrela atravesse a Nuvem de Oort, arremessando bilhões de asteroides e cometas para todos os lados, muitos dos quais acabam vindo para o sistema solar e atingindo a Terra, causando assim grandes extinções da vida no planeta, como por exemplo, a extinção do período Cretáceo que ocorreu há 65 milhões de anos, considerando a hipótese de Nêmesis ter no mínimo de três a cinco vezes massas de Júpiter.
Em ambos os casos, é praticamente indetectável no visível, mas muito brilhante no infravermelho. As características são bem indefinidas ainda, sabe-se que por fotos do satélite Wise da NASA, que por se apresentar muito pequeno, está muito longe e é muito lento (novas evidências estão sendo pesquisadas e investigadas).

Lilás Alba: Qual a localização agora, em janeiro de 2015?
Luciano Rocha: A localização do Planeta X, através de revisão de cálculos astrofísicos e matemáticos orbitais, considerando que o astro é treze vezes maior que Júpiter, 1,5 mil vezes mais distante do Sol do que da Terra, está interferindo em órbitas do cinturão de Kuiper, logo conclui-se que o Planeta X está no espaço interestelar há 2,5 anos-luz da Nuvem de Oort, 4,2 anos-luz do nosso Sol. (Dados obtidos por cálculos astrofísicos de astrônomos do Mundo, pela União Astronômica Internacional – U A I).

Lilás Alba: Por que aparece como segundo sol no céu?
Luciano Rocha: Como havia comentado, Planeta X (Nibirus) aparece em determinadas posições de latitudes e longitudes nos céus do mundo, e aparece como segundo sol devido ao fato do planeta ser considerado astronomicamente como uma protoestrela de massa próxima à do Sol, mas sabemos que possui treze vezes mais massa que Júpiter. Ao receber a luz do nosso Sol, e por ser um gigante gasoso coberto por uma camada opaca de nuvens ainda com composições desconhecidas, altamente reflexivas dá o aspecto de um segundo Sol.

Lilás Alba: Se tornará visível? Como, quando?
Luciano Rocha: Sim, o Planeta X se tornará visível aos olhos do mundo inteiro, mas ainda não tem previsão de cálculos para estabelecer uma data provável. Sabe-se, que por cálculos astrofísicos, será visível por meados de 2017 (informação obtida por cálculos astrofísicos de astrônomos do mundo, pela União Astronômica Internacional – U A I). Em relação a como aparecerá, ao lado do Sol tendendo a se afastar a cada ciclo de sua translação com a magnitude aparente de -25,56 (nosso Sol possui magnitude de -25,74). Assim como vemos nas fotos, porém maior, tal quanto o Sol.

segundo sol dia 260913 as 0630 em ponto(foto: Deisy Lara Ehmke, 17/09/2013 – 6:30 hs – Blumenau, SC).

Lilás Alba: E os governos e seus órgãos correlatos, o que dizem?
Luciano Rocha: Um é a vinda do Planeta X, outro é que alguns governantes decidiram fazer algo em diversos países, sem o conhecimento da população. E, possivelmente esses governantes sejam responsáveis pela situação que estamos AGORA a enfrentar. Os EUA não nega, mesmo quando lhe pediram que comentasse as declarações feitas por Paul Hellyer, o ex-ministro da Defesa do Canadá. E ex-ministro, Paul Hellyer disse que Barack Obama e sua administração estão fazendo preparativos para uma guerra intergaláctica. Pode soar ridículo, mas se esta declaração foi feita por um antigo líder político de um país importante, para mim não soa ridículo, pois esse é o meu ponto de vista. Os governantes brasileiros não interagem quanto a questão por não saber lidar com o problema, ficando dependente dos EUA, assim como outros países.

Lilás Alba: O que a ciência fala sobre isso?
Luciano Rocha: A Ciência fala de um imenso objeto celeste que se aproxima do nosso sistema solar em uma órbita excêntrica, via polo sul. Um objeto grande e inusitado entrando no sistema solar a caminho de seu interior. O Hubble ou algum outro “pássaro” (pássaro que me refiro são os satélites Norte americanos assim apelidados pela NASA) do governo dos EUA no espaço profundo provavelmente tenha tomado e registrado isso em imagens. Meu palpite é muito forte. A ciência atualmente afirma que tem a confirmação que a nós faltava durante anos: a instalação do novo telescópio, o South Pole Telescope (SPT). Muito mais poderoso e capaz de sobreviver a nave espacial IRAS 1983 e ao Telescópio Espacial Hubble juntos. Este observatório foi criado para acompanhar a chegada do novo astro já conhecido e chamado por vários nomes diferentes (Hercólubus, Planeta X, Absinto, NIBIRU, Brown Dwarf Star, etc…) mas que parece ser uma estrela Anã marrom que está se aproximando da Terra vindo da direção dos prístinos céus da Antártida, pelo polo Sul. Isto a ciência já comprovou.

Lilás Alba: Quais os impactos para o sistema solar?
Luciano Rocha: Os impactos são divididos em dois estágios. Sabemos que o nosso Sistema Solar é dividido em: sistema solar interior (Sol, Mercúrio, Vênus, Terra, Marte) e sistema solar exterior (Júpiter, Saturno, Urano, Netuno). Existem ainda planetas anões, Plutão, Éris, Makemake, Haumea, Ceres, e Sedna (Objeto 90377). Esses impactos estão atualmente ocorrendo no sistema solar exterior, fazendo com que as órbitas de Netuno e Urano sejam perturbadas, além de alterar a órbita de Saturno em 90 graus, corrente equatorial perdendo velocidade, uma enorme fonte de raio-X perto do equador, ocasionando também um brilho excessivo nas regiões dos polos. No sistema solar interior ocorrerá mudanças de polos equatoriais dos planetas. Em consequência destas potentes ondas, ela já está alterando os planetas do nosso sistema solar, mudando as temperaturas dos seus núcleos, atmosferas, posições dos polos e campos magnéticos.

Lilás Alba: Quais os impactos na Terra?
Luciano Rocha: A Terra modificando fortemente nosso atual modo de vida. Após aquecimento global, estamos enfrentando condições atmosféricas violentas. A Terra entrará numa eclíptica pelo qual o planeta se moverá ocasionando uma mudança de local dos polos e a inversão dos mesmos, que ocorre desde 2012. Quando o Planeta X chegar ao periélio, ponto entre Júpiter e Marte, ocorrerão no planeta Terra fenômenos elétricos fortes (relâmpagos cósmicos), choque de gravidade do Planeta X com nosso Sol. A Terra sofrerá com o aumento da atividade solar, secas severas, magnitudes médias dos terremotos aumentarão, furacões e tornados mais poderosos, dilúvios localizados provenientes de tsunamis, mares altas mais do que o normal, aumento das atividades vulcânicas. Dados obtidos através de estudos na NASA sobre impactos na Terras causadas por anomalias gravitacionais aumentadas (dados obtidos por cálculos astrofísicos de astrônomos do Mundo, pela União Astronômica Internacional – U A I).

Lilás Alba: Tem a ver com a verticalização do eixo, inversão dos polos, desastres ambientais?
Luciano Rocha: Sim, tem a ver com estas mudanças de eixo. As partículas emitidas pelo Sol poderiam interagir com a atmosfera terrestre, desencadeando uma série de reações químicas que resultariam em buracos na camada de ozônio, e que, por sua vez, resultariam em vários problemas para os humanos e desastres ambientais.

Lilás Alba: Existe previsão de aproximação máxima?
Luciano Rocha: Sim. Segundos cálculos que foram feitos com margem de erro de 2% para mais ou para menos. Com periélio de 2,850 AU (1 AU = 150 milhões de km) afélio de 475, 000 U, está em 2015 doze vezes a distância de Plutão e o Sol. Planeta X orbita a maior parte no espaço interestelar próximo a nuvem de Oort. Segundo cálculos astronômicos para 2016 a distância do Planeta X ao Sol será de 11 AU. (Dados obtidos por cálculos astrofísicos de astrônomos do mundo, pela União Astronômica Internacional – U A I).

Confira o vídeo explicativo do Luciano Aguiar de Matos Rocha:

 

NASA ocultou descoberta de edificações na Lua.

“Devo lhe dizer que no orbe que conhece como seu satélite Lua, há uma construção feita com material extraído do próprio solo. E os de seu povo que estiveram lá, no ano demarcado por 1969 de seu tempo, viram os nossos hangares e não compreenderam”. pág 74 do livro Revelações dos Deuses Extraterrestres.

CODE HA’IRECH (O CÓDIGO LUA): Key-Code (Palavra Chave) “Apollo 11” que surgiu com “Av be’Irech (Julho 1969, na Lua). Códigos alternativos surgiram “Edificações” e “Eles viram” e também “Civilização”. E agora NASA? O código é perfeito, e tão cheio de detalhes que, até mesmo o nome do comandante da Apollo 13 “Jim Arthur Lovell” surge nele, sendo que Arthur está conectado com “Av be’Irech (Julho, na Lua)”. – Deepak Sankara Veda – Criptólogo.

Livro_Genesis

“Edifícios em ruínas; prédios na superfície da lua; edifícios aparentemente muito antigos. Porém, quem os construiu? Nós, os humanos? Obviamente não. Só se chegava a uma conclusão: Esta era uma obra de uma civilização não humana”. Juan José Benitez – jornalista investigativo espanhol (do programa de televisão “Planeta Encantado”).

NASA ocultou descoberta de edificações na Lua, afirmam ex-funcionários.

Ex-funcionários da NASA afirmam terem visto e possuírem evidências de que as missões da Apolo tinham o propósito concreto de estudar edificações fotografadas por sondas não tripuladas.

Pouco depois do módulo “Eagle” pousar na superfície da lua em julho de 1969, a frequência cardíaca de Neil Amstrong acelerou à 160 pulsações por minuto. Segundo a NASA, o coração do astronauta estava acelerado devido à coleta de pedras para o módulo lunar. Porém, depois de quatro décadas do primeiro pouso na lua, outra versão questiona a verdadeira origem da excitação que os astronautas sofreram na missão Apolo. Uma versão muito mais obscura afirmou: “Não foi o insignificante peso das rochas que excitou o coração de Amstrong, e sim a visão daquele edifício”, assegura o escritor J.J. Benitez na série de televisão “Planeta Encantado”.

Segundo Benitez, o verdadeiro motivo das missões “Apolo” consistia em documentar, da melhor forma possível, certas construções que haviam sido fotografadas por satélites americanos não tripulados. “Tudo estava minuciosamente programado”, relatou o investigador.

Desde que a Apolo 11 regressou de sua titânica proeza, muitos funcionários de alta patente, responsáveis pelas missões lunares, insinuaram a existência de uma descoberta de magnitude espetacular, a qual foi omitida pela agência espacial norte americana à imprensa internacional.

“Nossos astronautas observaram ruínas de cidades lunares, pirâmides transparentes, cúpulas e Deus sabe mais o que”, contou o ex-assessor científico da Apolo 11, Richard Hoagland.

“Os astronautas também trouxeram alguns produtos artificiais, cujas tecnologias já foram utilizadas pelos Estados Unidos, Rússia, China, Índia e Japão” disse Hoagland. “Os americanos trouxeram para a Terra um segredo surpreendente descoberto durante a permanência dos astronautas na Lua, e mantiveram este segredo de forma confidencial durante muitos anos”.

O jornalista espanhol Pepe Ortiz confessou que o ex-chefe de telecomunicações da Apolo 11, o engenheiro americano Alan Davis, também havia comentado sobre os supostos materiais selenitas referidos por Hoagland. “A NASA possui restos dessas ruínas, os quais já foram analisados”, assegurou Ortiz no programa de televisão Quarto Milênio.

20 de julho de 1969: O que nunca foi visto

A base coordenada pelo engenheiro Alan Davis, situada nas ilhas de Antigua, era responsável por retransmitir o sinal proveniente da Apolo 11 para a base de Houston, nos EUA. A existência de um atraso de 10 segundos na retransmissão, permitia à Davis cortar o sinal ante qualquer eventualidade, antes que esta chegasse à tela da TV de milhões de pessoas ao redor do mundo. Em poucas palavras, absolutamente tudo o que a NASA quis omitir durante a viagem da Apolo 11, não chegou aos olhos dos telespectadores.

Os segundos de atraso com a base de Houston foram efetivamente aproveitados quando Davis decidiu censurar a transmissão do sinal depois que aquelas instalações em ruína apareceram na tela de seu monitor. Desta forma, a verdadeira finalidade da missão Apolo 11 iria ficar oculta da opinião pública durante quase quatro décadas.

No entanto, aquela informação valiosa acabou saindo das mãos de muitos dos maiores personagens envolvidos no encobrimento. Em particular, o próprio Alan Davis, que depois de sua aposentadoria decidiu passar os últimos dias de sua vida na Espanha, acabou se convertendo em uma das peças chave para revelar o segredo espacial.

“Poderia ser uma civilização que vivia na Lua” narrava Davis, muitos anos depois do 20 de julho de 1969. “Havia ruínas que não podiam ser simplesmente uma rocha em cima da outra; havia lacunas que podiam ser janelas ou portas. Havia vários tipos de portais. Uns começando ao nível de um metro de altura, os quais podiam ser janelas, e outros mais largos ao nível da terra e podiam ser portas”.

As fotos da polêmica

Ken Johnston, ex-diretor da Seção de Conservação de Fotos do Laboratório da NASA, foi outra pessoa que sacudiu a comunidade científica quando declarou abertamente que muitas fotos da missão Apolo haviam sido alteradas antes de sua publicação, e que muitas outras foram destruídas.

Segundo Johnston, em muitas delas é possível observar claramente como certos monólitos e outras construções foram apagadas das fotografias de forma desajeitada com uma lâmina e um aerógrafo. Muitas também foram submetidas a um tratamento que ironicamente foi apelidado como “Photoshop” daquele tempo. Em diversas outras imagens, mediante o uso de software gráfico, centenas de aficionados acreditam poder “recuperar” visualmente as estruturas que foram apagadas antes da NASA difundir as fotos.

Richard Hoagland, assessor científico durante o programa Apolo, fez incisão sobre os múltiplos “arco-íris” que aparecem nas imagens lunares. De acordo com Hoagland, este efeito é causado por cúpulas de cristal refletidas sobre o satélite, todas pertencentes a uma civilização extraterrestre desconhecida.

“Na Lua não há água, não há atmosfera, e não há impurezas que se depositam no cristal que podem tornar as estruturas frágeis. Então, isto torna o cristal um material estrutural” disse Hoagland. “Quando construções de cristal são erguidas na Lua, são 20 vezes mais fortes que o aço”.

Outro personagem chave na polêmica de imagens, seria o sargento da Força Aérea dos EUA, Karl Wolfe, o qual foi designado para uma base na Virginia para trabalhar como arquivista de fotografias obtidas da órbita lunar.

Segundo Wolfe, enquanto trabalhava na base, teve a oportunidade de apreciar muitas imagens controversas referentes ao lado escuro da Lua. “(Pude ver) Figuras geométricas, torres, construções esféricas muito altas e estruturas parecidas a pratos de radar, porém de proporções colossais”.

Fonte: www.epochtimes.com.br