Bioastronomia e o Planeta Nibiru.

Luciano Aguiar de Matos Rocha, astrônomo amador e membro de um grupo de outros sete astrônomos amadores do Rio de Janeiro, que entre outras pesquisas, estudam e acompanham as movimentações do planeta Marduk/Nibiru.
Luciano Rocha é oficial aspirante do exército brasileiro, e fora de sua rotina no hospital do exército, ministra palestras sobre astrofísica em escolas e outras instituições.
Acadêmico de Biologia pela UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro /CEDERJ e Física pela UNITAU – Universidade de Taubaté de SP.

ENTREVISTA CEDIDA À LILÁS ALBA, JORNALISTA DE RIO CLARO, SP.

Lilás Alba: Nibirus é um sistema? Características (tamanho, velocidade, distância, etc).
Luciano Rocha: Nibirus é um sistema composto por luas ou planetas, inumeráveis cometas e asteroides atraídos por causa de sua gravidade. Segundo pesquisas astronômicas, além de Nibirus, temos planetas ou luas chamados Immaru’, Ano Dommni, Amel Sarru, Nana, Uri’’, Sarru’’, e mais um nome ainda desconhecido (nomes baseados nas placas Sumérias. Ainda se faz necessário a averiguação de dados para confirmar a existência de seu sistema de luas ou planetas, pois não é possível a visualização com nitidez para distinguir).
Características de Nibirus: Rotação de 8 horas em torno de seu próprio eixo. Cometa Elenin está 8 vezes na frente de Nibirus em distâncias. Conclui-se que está a 8 UA (unidades astronômicas) = 149.Milhões de km. Exemplificando, é a distância da Terra até o Sol. É considerado por astrônomos, uma protoestrela, sendo considerado um gigante gasoso vermelho, com massa treze vezes maior que Júpiter, e densidade desconhecida até o momento. Sua velocidade de deslocamento no espaço interestelar é de 8.140 km/s até a órbita do Planeta Saturno. (Protoestrela que me refiro, tem massa próximo a do Sol que levam em torno de 10 milhões de anos para evoluir de uma nuvem molecular para sequencia principal, de treze a quinze vezes a massa do nosso Sol (anã amarela), sabemos por cálculos perturbação gravitacional do sistema solar exterior que tem treze vezes a massa de Júpiter.

Lilás Alba: O que é Nêmesis? Características.
Luciano Rocha: Nêmesis, dentro da astronomia teórica, seria uma provável estrela companheira do Sol, fazendo do sistema Solar um sistema binário de estrelas. Apesar de ainda não ser observada diretamente, Nêmesis é uma estrela escura e pequena, talvez uma Anã vermelha com uma órbita dezenas, centenas ou até milhares de vezes mais distante que a de Plutão (estrela binária é um sistema com dois sóis). Acredita-se que sua órbita ao redor do Sol dure algo em torno de 26 milhões de anos e que em determinado momento a estrela atravesse a Nuvem de Oort, arremessando bilhões de asteroides e cometas para todos os lados, muitos dos quais acabam vindo para o sistema solar e atingindo a Terra, causando assim grandes extinções da vida no planeta, como por exemplo, a extinção do período Cretáceo que ocorreu há 65 milhões de anos, considerando a hipótese de Nêmesis ter no mínimo de três a cinco vezes massas de Júpiter.
Em ambos os casos, é praticamente indetectável no visível, mas muito brilhante no infravermelho. As características são bem indefinidas ainda, sabe-se que por fotos do satélite Wise da NASA, que por se apresentar muito pequeno, está muito longe e é muito lento (novas evidências estão sendo pesquisadas e investigadas).

Lilás Alba: Qual a localização agora, em janeiro de 2015?
Luciano Rocha: A localização do Planeta X, através de revisão de cálculos astrofísicos e matemáticos orbitais, considerando que o astro é treze vezes maior que Júpiter, 1,5 mil vezes mais distante do Sol do que da Terra, está interferindo em órbitas do cinturão de Kuiper, logo conclui-se que o Planeta X está no espaço interestelar há 2,5 anos-luz da Nuvem de Oort, 4,2 anos-luz do nosso Sol. (Dados obtidos por cálculos astrofísicos de astrônomos do Mundo, pela União Astronômica Internacional – U A I).

Lilás Alba: Por que aparece como segundo sol no céu?
Luciano Rocha: Como havia comentado, Planeta X (Nibirus) aparece em determinadas posições de latitudes e longitudes nos céus do mundo, e aparece como segundo sol devido ao fato do planeta ser considerado astronomicamente como uma protoestrela de massa próxima à do Sol, mas sabemos que possui treze vezes mais massa que Júpiter. Ao receber a luz do nosso Sol, e por ser um gigante gasoso coberto por uma camada opaca de nuvens ainda com composições desconhecidas, altamente reflexivas dá o aspecto de um segundo Sol.

Lilás Alba: Se tornará visível? Como, quando?
Luciano Rocha: Sim, o Planeta X se tornará visível aos olhos do mundo inteiro, mas ainda não tem previsão de cálculos para estabelecer uma data provável. Sabe-se, que por cálculos astrofísicos, será visível por meados de 2017 (informação obtida por cálculos astrofísicos de astrônomos do mundo, pela União Astronômica Internacional – U A I). Em relação a como aparecerá, ao lado do Sol tendendo a se afastar a cada ciclo de sua translação com a magnitude aparente de -25,56 (nosso Sol possui magnitude de -25,74). Assim como vemos nas fotos, porém maior, tal quanto o Sol.

segundo sol dia 260913 as 0630 em ponto(foto: Deisy Lara Ehmke, 17/09/2013 – 6:30 hs – Blumenau, SC).

Lilás Alba: E os governos e seus órgãos correlatos, o que dizem?
Luciano Rocha: Um é a vinda do Planeta X, outro é que alguns governantes decidiram fazer algo em diversos países, sem o conhecimento da população. E, possivelmente esses governantes sejam responsáveis pela situação que estamos AGORA a enfrentar. Os EUA não nega, mesmo quando lhe pediram que comentasse as declarações feitas por Paul Hellyer, o ex-ministro da Defesa do Canadá. E ex-ministro, Paul Hellyer disse que Barack Obama e sua administração estão fazendo preparativos para uma guerra intergaláctica. Pode soar ridículo, mas se esta declaração foi feita por um antigo líder político de um país importante, para mim não soa ridículo, pois esse é o meu ponto de vista. Os governantes brasileiros não interagem quanto a questão por não saber lidar com o problema, ficando dependente dos EUA, assim como outros países.

Lilás Alba: O que a ciência fala sobre isso?
Luciano Rocha: A Ciência fala de um imenso objeto celeste que se aproxima do nosso sistema solar em uma órbita excêntrica, via polo sul. Um objeto grande e inusitado entrando no sistema solar a caminho de seu interior. O Hubble ou algum outro “pássaro” (pássaro que me refiro são os satélites Norte americanos assim apelidados pela NASA) do governo dos EUA no espaço profundo provavelmente tenha tomado e registrado isso em imagens. Meu palpite é muito forte. A ciência atualmente afirma que tem a confirmação que a nós faltava durante anos: a instalação do novo telescópio, o South Pole Telescope (SPT). Muito mais poderoso e capaz de sobreviver a nave espacial IRAS 1983 e ao Telescópio Espacial Hubble juntos. Este observatório foi criado para acompanhar a chegada do novo astro já conhecido e chamado por vários nomes diferentes (Hercólubus, Planeta X, Absinto, NIBIRU, Brown Dwarf Star, etc…) mas que parece ser uma estrela Anã marrom que está se aproximando da Terra vindo da direção dos prístinos céus da Antártida, pelo polo Sul. Isto a ciência já comprovou.

Lilás Alba: Quais os impactos para o sistema solar?
Luciano Rocha: Os impactos são divididos em dois estágios. Sabemos que o nosso Sistema Solar é dividido em: sistema solar interior (Sol, Mercúrio, Vênus, Terra, Marte) e sistema solar exterior (Júpiter, Saturno, Urano, Netuno). Existem ainda planetas anões, Plutão, Éris, Makemake, Haumea, Ceres, e Sedna (Objeto 90377). Esses impactos estão atualmente ocorrendo no sistema solar exterior, fazendo com que as órbitas de Netuno e Urano sejam perturbadas, além de alterar a órbita de Saturno em 90 graus, corrente equatorial perdendo velocidade, uma enorme fonte de raio-X perto do equador, ocasionando também um brilho excessivo nas regiões dos polos. No sistema solar interior ocorrerá mudanças de polos equatoriais dos planetas. Em consequência destas potentes ondas, ela já está alterando os planetas do nosso sistema solar, mudando as temperaturas dos seus núcleos, atmosferas, posições dos polos e campos magnéticos.

Lilás Alba: Quais os impactos na Terra?
Luciano Rocha: A Terra modificando fortemente nosso atual modo de vida. Após aquecimento global, estamos enfrentando condições atmosféricas violentas. A Terra entrará numa eclíptica pelo qual o planeta se moverá ocasionando uma mudança de local dos polos e a inversão dos mesmos, que ocorre desde 2012. Quando o Planeta X chegar ao periélio, ponto entre Júpiter e Marte, ocorrerão no planeta Terra fenômenos elétricos fortes (relâmpagos cósmicos), choque de gravidade do Planeta X com nosso Sol. A Terra sofrerá com o aumento da atividade solar, secas severas, magnitudes médias dos terremotos aumentarão, furacões e tornados mais poderosos, dilúvios localizados provenientes de tsunamis, mares altas mais do que o normal, aumento das atividades vulcânicas. Dados obtidos através de estudos na NASA sobre impactos na Terras causadas por anomalias gravitacionais aumentadas (dados obtidos por cálculos astrofísicos de astrônomos do Mundo, pela União Astronômica Internacional – U A I).

Lilás Alba: Tem a ver com a verticalização do eixo, inversão dos polos, desastres ambientais?
Luciano Rocha: Sim, tem a ver com estas mudanças de eixo. As partículas emitidas pelo Sol poderiam interagir com a atmosfera terrestre, desencadeando uma série de reações químicas que resultariam em buracos na camada de ozônio, e que, por sua vez, resultariam em vários problemas para os humanos e desastres ambientais.

Lilás Alba: Existe previsão de aproximação máxima?
Luciano Rocha: Sim. Segundos cálculos que foram feitos com margem de erro de 2% para mais ou para menos. Com periélio de 2,850 AU (1 AU = 150 milhões de km) afélio de 475, 000 U, está em 2015 doze vezes a distância de Plutão e o Sol. Planeta X orbita a maior parte no espaço interestelar próximo a nuvem de Oort. Segundo cálculos astronômicos para 2016 a distância do Planeta X ao Sol será de 11 AU. (Dados obtidos por cálculos astrofísicos de astrônomos do mundo, pela União Astronômica Internacional – U A I).

Confira o vídeo explicativo do Luciano Aguiar de Matos Rocha:

 

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