A grande essência do campo unificado nada mais é do que a sequencia fibonática.

“Quando nos referimos a sequência e a frequência fibonática, falamos de energias em ação, a coesão, a gravidade, a repulsão, a ação, o movimento. E hoje falo a vocês de quatro energias importantes que devem ser analisadas neste tópico. A energia nuclear ou força nuclear maior, a energia nuclear ou força nuclear menor, a energia ou força de gravitação, a gravidade, e a energia e a força magnética.

No período 1864, James (James Clerk Maxwell), mardukiano encarnado em seu mundo, trouxe a tona a luz da unificação do campo eletrônico, da energia elétrica e magnética, até então visto por vocês de forma independente. E através de experimentos em seus laboratórios, observaram a interação de uma força sobre a outra. E surgiu a ideia já muito antiga daquilo que ligaria estas intermediações.

E eis que surgiram diante de vocês grandes pensadores, como Nikola Tesla, Albert Einstein, e Hoff (Jacobus H. Van’t Hoff), e Oppenheimer (Julius Robert Oppenheimer) e descobriu-se um mundo particular restrito, através da teoria de um campo unificado restrito, e as partículas se sobressaíram. E é importante que observem que a partícula intermediária do campo da energia nuclear maior é o glúon, e a partícula intermediária do campo da energia nuclear menor é o bóson, e a energia do campo gravitacional, a partícula que ainda em seu orbe é desconhecida, mas teoricamente avaliada, se chama tétons, e a partícula do campo magnético é o fóton. A força que une todas estas partículas a um todo, pois eis que a teoria do campo total, ela se equipara ao campo unificado. E a grande essência do campo unificado que seus cientistas ainda não descobriram nada mais é do que a sequência fibonática.”

(Torah do Fim dos Tempos – 2º livro da Série Crônicas de Outro Mundo)